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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Deputado Paulo Wagner abre o jogo e assume pedido de aposentadoria de R$ 27 mil

Politica - RN

Reportagem do JORNAL DE HOJE

Mesmo com documentos em mãos, o deputado tentou desmentir O Jornal de Hoje; Agora, assume intenção de se afastar por invalidez
    


67i76i67i67i67i6ii6A transparência que o deputado federal Paulo Wagner, do PV, tanto fala em seu programa de rádio pela internet pode ter faltado a ele mesmo quando se trata do pedido de aposentadoria por invalidez que ele requereu na Câmara Federal, em Brasília. Afinal, pouco tempo depois de negar a reportagem d’O Jornal de Hoje que havia feito o pedido oficial a Casa, mesmo com o JH com documentos em mãos que mostravam o contrário, agora, Paulo Wagner confirmou o interesse na aposentadoria.
E disse mais: se não conseguir a aposentadoria até as eleições, vai para a reeleição para ter mais quatro anos para isso. A solicitação, agora confirmada por Paulo Wagner, teria sido embasada na situação de saúde do parlamentar, que já teria implantado quatro stents e perdido um dos rins.
O pedido foi protocolado em agosto do ano passado na Casa Legislativa, mas pouco andou nas mãos do colega de bancada potiguar, o presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves. Como com ele não resolveu, mesmo depois que Paulo Wagner anunciou o apoio a ele na disputa pelo Governo do Estado, o deputado do PV procurou o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, do PMDB. A intenção seria conseguir uma perícia médica para embasar o pedido de aposentadoria.

SEM TRANSPARÊNCIA

No dia 17 de abril, O Jornal de Hoje teve acesso ao pedido de aposentadoria por invalidez, feito pelo deputado federal Paulo Wagner e buscou a assessoria de imprensa do parlamentar, que negou a hipótese dele ter solicitado a aposentadoria e, também, que ele poderia não disputar a reeleição neste ano para a Casa Legislativa – as duas informações, no entanto, foram agora negadas por Wagner.
Outra falta de transparência do parlamentar do PV, facilmente percebida, é que ele confirmou o pedido, mas disse não saber se terá os rendimentos integrais do cargo de deputado federal. Entretanto, quando apresentou o pedido baseado em parecer dos médicos Jezreel Avelino da Silva, Marília Bonfim e Silva de Morais e Paulo Nery de Oliveira, Paulo Wagner alegou que “é portador da patologia elencada na Lei nº 9.506, de 1997, art. 2º, inciso I, alínea ‘a’”.
E, no artigo 2º, é afirmado: “o Senador, Deputado Federal ou suplente que assim o requerer, no prazo de trinta dias do início do exercício do mandato, participará do Plano de Seguridade Social dos Congressistas, fazendo jus à aposentadoria: I – com proventos correspondentes à totalidade do valor obtido na forma do § 1º: a) por invalidez permanente, quando esta ocorrer durante o exercício do mandato e decorrer de acidente, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável, especificadas em lei”.

Além disso, o parlamentar também apoiou a Proposta de Emenda à Constituição 170/2012 (PEC 170), de autoria da deputada federal Andreia Zito (PSDB-RJ), que garante proventos integrais aos servidores públicos aposentados por invalidez permanente, independentemente do tipo de doença. “Espero que essa PEC, vá, imediatamente, para julgamento na Câmara, porque vou estar lá não só para votar, mas fazendo pressão e dizendo aos meus ilustres colegas para votar a favor dos aposentados por invalidez porque eles precisão”, afirmou Paulo Wagner, por meio do seu programa de rádio na internet – no mesmo dia, ele ressaltou a importância dos deputados agirem com transparência diante de seus eleitores.

REELEIÇÃO

Se legisla em causa própria ou não quando defende a PEC 170/2012, o fato é que Paulo Wagner confirmou ter um “plano B” para o caso da aposentadoria, mesmo com os “amigos” Henrique e Garibaldi, não ser viabilizada até o segundo semestre: deverá tentar a reeleição para a Casa Legislativa federal. Dessa forma, ele terá, pelo menos, mais quatro anos para conseguir concretizar o pedido. (CM)

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Datafolha: Dilma tem 37%, Aécio 20% e Campos 11%

Política - Pesquisa Data Folha

O Instituto Datafolha publicou nesta sexta-feira (9) pesquisa para saber a intenção de voto da população para a Presidência da República. A presidente Dilma Rousseff (PT) segue na liderança, com 37%, contra 20% de Aécio Neves (PSDB) e 11% de Eduardo Campos (PSB). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

Arquivo/TNDilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos são os principais candidatos na disputa presidencialDilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos são os principais candidatos na disputa presidencial

Na pesquisa, o Datafolha montou quatro cenários diferentes, inclusive com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já garantiu não ter a intenção de disputar a eleição. Enquanto Dilma tem 37% com a presença dos candidatos dos pequenos partidos na pesquisa, Lula apresenta 49%. Já em cenário sem os "nanicos", Dilma lideraria com 41% dos votos, contra 52% de Lula.

A pesquisa Datafolha, publicada no jornal Folha de São Paulo, ouviu  2.844 pessoas, em 174 cidades do país, entre os dias 7 e 8 de maio e está registrada no TSE sob o número BR-00104/2014.

Confira os números nos quatro cenários montados pelo Datafolha:

Cenário 1
Dilma Rousseff (PT): 37%
Aécio Neves (PSDB): 20%
Eduardo Campos (PSB): 11%
Pastor Everaldo (PSC): 3%
Denise Abreu (PEN): 1%
Eduardo Jorge (PV): 1%
José Maria (PSTU): 1%
Randolfe Rodrigues (PSOL): 1%
Eymael (PSDC): 0%
Levy Fidelix (PRTB): 0%
Mauro Iasi (PCB): 0%
Brancos/nulos/nenhum: 16%
Não sabe: 8%

Cenário 2 (sem pequenos partidos)
Dilma: 41%
Aécio: 22%
Campos: 14%
Brancos/nulos: 16%
Não sabe: 7%

Cenário 3 (Lula candidato)
Lula: 49%
Aécio: 17%
Campos: 9%
Pastor Everaldo: 2%
Denise Abreu: 1%
Eduardo Jorge: 1%
José Maria: 1%
Randolfe Rodrigues: 1%
Eymael: 0%
Levy Fidelix: 0%
Mauro Iasi: 0%
Brancos/nulos: 12%
Não sabe: 7%

Cenário 4 (Lula candidato e sem pequenos partidos)
Lula: 52%
Aécio: 19%
Campos: 11%
Brancos/nulos: 12%
Não sabe: 6%

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

'Minha trajetória política está encerrada', diz ex-prefeita de Natal

Politica - Natal,RN

Micarla de Sousa entregou carta de desfiliação ao PV nesta quarta (24).
'Eu percebi que os políticos são seres humanos falíveis', disse ao G1.

"A partir de hoje minha trajetória política está definitivamente encerrada". A declaração é da ex-prefeita de Natal Micarla de Sousa, que entregou pedido de desfiliação ao Partido Verde (PV) nesta quarta-feira (24). Em entrevista ao G1, Micarla, que é jornalista e empresária, afirmou que irá se dedicar aos filhos e à própria saúde.

A desaprovação da gestão de Micarla de Sousa em Natal chegou a 95%, de acordo com pesquisa do Ibope em outubro do ano passado. No dia 31 do mesmo mês, em entrevista ao G1, a diretora do Ibope, Márcia Cavallari, disse que a avaliação negativa de Micarla é a pior já registrada pelo instituto em mais de 20 anos. "Não temos nenhuma pesquisa de avaliação de prefeitos pior do que a que verificamos na pesquisa de Natal".

A ex-prefeita explicou que desde junho de 2012, quando anunciou que não seria candidata à reeleição, a decisão de deixar a política para cuidar da saúde e da família já estava tomada. “Mas nesses nove meses foi muito difícil tomar a decisão de deixar o partido. Foi mais difícil do que a decisão de deixar a política”, disse.

Convites

Micarla de Sousa afirmou ainda que recebeu convites para se filiar a outros partidos quando a desfiliação ao PV se tornou pública. “Eu agradeço, inclusive, aos partidos que desde ontem entraram em contato comigo, mas realmente eu não tenho qualquer interesse em voltar para a vida pública. Eu fiz a minha parte e dou por encerrada minha trajetória política”, disse.

Ela avaliou o período em que esteve na política como tempo “de aprendizado”. “Foram anos de muito amadurecimento e aprendizado. Hoje, eu me considero uma pessoa muito melhor do que quando entrei para a politica. A política me fez conhecer o mundo real, ir para a rua, conhecer todas as dores do nosso povo, me fez conhecer o lado humano das pessoas que nos governam", afirmou.
E continuou: "Eu como repórter política, considerava que os políticos tinham uma vida perfeita, os rótulos eram muito fáceis. Hoje, conhecendo o outro lado, eu vejo que a vida pública é muito dura, de cobranças, e percebi que os políticos são seres humanos falíveis”.

Futuro

Sobre os planos para o futuro, a empresária disse que pretende se dedicar a tudo que teve que abdicar enquanto prefeita. “Depois de tanto tempo distante das coisas que eu mais amo, eu continuo com os mesmos planos de cuidar de mim e dos meu filhos”. Micarla de Sousa afirmou que, por enquanto, não pretende voltar a atuar nas empresas da família. “Continuo ajudando minha família, mas não tenho nenhuma função executiva nas empresas, nenhum compromisso formal.  O único compromisso que eu tenho agora é restabelecer a minha saúde”, disse.

Trajetória

Micarla de Sousa entrou para a vida pública em 2004 quando compôs como vice-prefeita a chapa pela reeleição do então prefeito Carlos Eduardo. Em 2006, ela rompeu com o prefeito e se candidatou à deputada estadual e foi eleita como a sétima candidata mais votada. Em 2008, Micarla de Sousa disputou a prefeitura de Natal e foi eleita no primeiro turno com 50,84% dos votos. Em outubro de 2012, a prefeita foi afastada do cargo pela Justiça sob suspeita de ter estar ligada a uma fraude na Secretaria de Saúde de Natal.

 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Prefeita afastada afirma ter sido condenada por 'indícios'

Politica - Natal - Ex-prefeita Micarla de Souza

Afastada da Prefeitura de Natal há um mês sob suspeita de desviar dinheiro público, Micarla de Sousa diz ser um "arquivo vivo" e que foi "condenada moralmente" apenas por "indícios".
Em entrevista à Folha, a jornalista de 42 anos, cuja gestão era reprovada por 92% da população, afirma que seu "martírio" começou após "dizer não" a "poderosos e influentes" do Estado.
Segundo a Promotoria, havia uma "rede de corrupção" na prefeitura, alimentada por verbas da saúde e da educação. Os recursos teriam bancado supermercado, joias e até funcionários pessoais da prefeita afastada.
Com base em documentos e em dados telefônicos e fiscais, o Ministério Público afirma ainda que servidores do primeiro escalão da prefeitura agiam como tesoureiros pessoais de Micarla e do ex-marido.
Dona da afiliada local do SBT, Micarla diz que já vinha de família rica, e que se endividou por ajudar "pessoas necessitadas". Afirma que a crise de gestão em Natal, que enfrenta caos em diversas áreas, é resultado do baixo crescimento do país. Leia a entrevista concedida no último sábado (1º), mesmo dia em que o PV a retirou da presidência estadual do partido:

FOLHA - Como está a rotina desde o afastamento?
 
MICARLA DE SOUSA - É a primeira vez que sou mãe "full time". É um aprendizado. No começo foi difícil. Porque antes eu acordava às 6h30, tomava café com os meus filhos e ia para a prefeitura. Sempre cheguei tarde, não almoçava em casa. Quando aconteceu isso [afastamento], eu me perguntava: o que eu vou fazer hoje?

O que foi mais difícil nesse período?
 
Trabalho desde os 16 anos. Estou com 42. Sempre trabalhei fora, como jornalista, executiva, empresária, como política e empresária --porque quando fui deputada continuei cuidando das empresas da minha família-- e depois como política em tempo integral. Mas o mais difícil para mim, o maior aprendizado, não foi a rotina. Foi ver quantas máscaras caíram nesse período e como o poder faz amigos e a falta dele afasta as pessoas. Posso confirmar aquela frase que diz que o poder embriaga porque 90% ou mais das pessoas que me rodeavam desapareceram da noite para o dia.

A sra. recorreu para tentar voltar à prefeitura. Se tivesse obtido decisão favorável, como teria sido esse retorno?
 
Tenho pensado muito sobre isso. Porque sou a primeira gestora na história do país cassada por liminar judicial. Não fui julgada, não fui denunciada. Não existe nada. Existem, apenas, como é colocado pelo Ministério Público, indícios de que haja alguma coisa. E por indícios eu fui julgada, condenada moralmente e afastada do meu cargo. Isso tem sido doloroso porque fui eleita por 193 mil votos, por 50,8% da população. Fui julgada sem direito à defesa. Nem o pior dos bandidos passou pelo que passei.

Como avalia as acusações?
 
É muito fácil acusar as pessoas. Queria só lembrar que vim de família que já tinha estrutura financeira que me permitia desde jovem ter acesso a algumas coisas. Agora chegar e dizer que Micarla teve gasto mensal de R$ 140 mil. Onde? [Francisco] Assis, que era secretário-adjunto financeiro da Saúde, trabalhava comigo antes de meu pai falecer. Meu pai faleceu há 14 anos. Ele [Assis] sempre cuidou da minha vida financeira. Encontraram na casa dele uma planilha mostrando quanto eu devia e não quanto eu gastava. Será que o fato de alguém dever, de ter cheque especial estourado, de estar sem cartão de crédito há dois anos, dá a alguém o direito de pensar que é uma pessoa má, que não tem caráter?

Como chegou a essa situação de endividamento?
 
Por não conseguir dar "não" a pessoas necessitadas. Quantas vezes peguei meu salário, meu cartão de crédito, para ajudar alguém que chegava e dizia: preciso fazer tratamento em São Paulo e preciso de passagem e hospedagem? Quantas vezes reconstruí casas que estavam para cair na cabeça das pessoas. As pessoas podem achar piegas ou duvidar. Mas isso provocou um descontrole financeiro meu. Chegaram ao ponto de dizer que a prefeita usava o dinheiro [público] para pagar a escola dos filhos. A escola está no Imposto de Renda do meu ex-marido. O que querem provar de mim? Até agora o que conseguiram provar é que tenho muito débito.
  • O Ministério Público aponta indícios de que a sra. e seu ex-marido tenham recebido propina em contratos na área de educação.*
Encontrou-se um papel em que estava escrito "M" e "W" [segundo a Promotoria, as iniciais de Micarla e Weber, o ex-marido]. "M" com certeza não é Micarla. Posso provar e afirmar. Querem me transformar em uma bandida e eu não sou.

A sra. usou verba pública para fins pessoais?
 
Nunca. Durmo com minha consciência tranquila. Pedi ajuda à minha mãe com minhas contas. Isso é crime?

A Promotoria aponta que seus auxiliares se desdobravam para pagar suas contas pessoais. A sra. avalia isso como normal, considerando que ambos ocupavam cargos públicos?
 
Talvez tenha errado nesse ponto. Deixei a mesma pessoa [Assis] por questão de confiança. Porque ele fazia isso pra mim há mais de dez anos. Mas não acho que tenha algo de obscuro nisso. Ele trabalhava com a minha família há muito tempo. Ele fazia o trabalho dele na Saúde. Desdobrava-se às vezes, sim, mas nunca teve dinheiro público envolvido nisso.

Todos esses indícios são então inverdades, em sua visão?
 
Todos esses indícios me levam a crer que sou muito temida pelos poderosos. Tenho a sensação de que sei demais, de que sou um arquivo vivo de muitas coisas. O que aconteceu comigo foi uma grande história, uma grande estrutura montada, e não foi da noite para o dia. Acho que havia mais ou menos uma crônica da morte anunciada a partir do momento que comecei a dar "não" a algumas figuras.
Quais figuras?
 
A partir do momento que comecei a dar "não" às pessoas mais fortes e influentes do Estado minha vida começou a se transformar em um martírio, um calvário. Enquanto alguns sentiam que me tutelavam minha vida era tranquila. Quando viram que eu era um cavalo selvagem, que não tinha como colocar cabresto, a minha vida começou a tomar outro rumo.

Inimigos políticos deram munição ao Ministério Público?
 
Não posso dizer quem fez ou deixou de fazer isso. Foi uma somatória de questões como interesses quebrados e falta de apoios. Minha vida política foi meteórica. Em quatro anos participei de três campanhas e venci as três. Fui vice-prefeita em 2004, fui a deputada mais votada em Natal em 2006 e em 2008 fui eleita prefeita no primeiro turno contra todas as estruturas de poder da época. Fiz uma parceria com o povo.

Quais foram os frutos dessa parceria?
 
Entreguei 53 escolas de educação infantil em três anos. Investi muito em saúde. Entreguei três Ames [ambulatórios médicos de especialidades], uma UPA [unidade de pronto atendimento], o Hospital da Criança Sandra Celeste, reinaugurei o Hospital dos Pescadores, o Hospital da Mulher. Entreguei três maternidades. Passei de 2.000 crianças na pré-escola para 16 mil crianças. Três mil e duzentas famílias que moravam em favelas agora têm casa.

Atualmente vemos algumas dessas áreas com problemas. A educação ameaça suspender o ano letivo, há problemas de limpeza pública, ruas esburacadas. Você se sente responsável por essa situação?
 
Não. Natal não é uma ilha. Está no contexto do Brasil, que quando assumi tinha taxas de crescimento superiores a 8% e que vai crescer 1,9% neste ano. Um país em que para os metalúrgicos da região do ABC paulista, uma das maiores praças eleitorais do PT, não serem demitidos, retirou-se o IPI dos carros. O IPI e o Imposto de Renda são formadores do Fundo de Participação dos Municípios. Todos os municípios enfrentam empobrecimento. Outro ponto agravante é que tivemos nesse último ano bairros com inadimplência de 86% em relação ao IPTU. Alcançamos na média geral 50% de IPTU não pago. Não existe mágica. É igual na nossa casa. Se você tem despesa "X" e começa a ganhar menos, você tem que cortar. E chega uma hora que não tem mais de onde cortar.

O descontrole financeiro pessoal da sra. não se refletiu na prefeitura?
 
De forma alguma. Que atire a primeira pedra o município brasileiro que diga que não tem problemas. Em Fortaleza, em Recife, as pessoas reclamam de lixo e buraco. Há exemplos positivos, claro. O Rio de Janeiro, por exemplo, onde [o prefeito] Eduardo Paes [PMDB] tem apoio incondicional do governo federal e do Estado. Em Natal falta apoio do Estado. No âmbito do governo federal, quando Dilma assumiu consegui conquistar muitos projetos. Sempre tive apoio dela. Infelizmente nada chegou em tempo por causa de burocracia.

O que explica o índice de rejeição de 92% de sua gestão?
 
A falta de apoio político fez com que eu fosse um alvo fixo. E o fato de eu não abrir exceções fez com que todos quisessem que eu não estivesse mais ali. Eles precisam de alguém que seja manipulado, algo a que não me propus.

Acredita que pode voltar ao cargo antes do dia 1ë [de janeiro de 2013]?
 
O mínimo que deveria acontecer seria me darem o direito de voltar e fazer a minha defesa. Se sou colocada como bandida, como sustento depois os meus filhos? Vai ter sempre alguém me olhando e desconfiando se a história é verdade. Isso afeta não só a mim, mas aos meus filhos, minha família. Como cristã, fico pensando quando Jesus estava ao lado de Barrabás e Pilatos perguntou se ele queria se defender. Até ali, do lado do pior bandido, Jesus teve direito de defesa. Eu não tive isso. Temo que isso abra precedente para que outros gestores sejam julgados moralmente, condenados, tenham suas vidas completamente dizimadas antes de um processo judicial ser completamente concluído. Isso abre um precedente perigoso para a democracia do país.

Qual é a Natal que você entrega a Carlos Eduardo [Alves, PDT]?
 
Uma Natal que por um lado tem possibilidades imensas. Consegui conquistar R$ 338 milhões de recursos para a Copa. Tem um túnel, com mais R$ 140 milhões, que vai acabar com todos os problemas de alagamentos em Natal. Entrego uma cidade com R$ 10 milhões para asfaltamento. Entrego uma cidade com possibilidades mil por conta da Copa, mas também uma cidade que tem problemas sérios que são vivenciados pelos gestores brasileiros, de redução de arrecadação e isso faz diferença grande. Deixei uma Natal com certeza melhor do que quando assumi. E ele [novo prefeito] vai ter a sorte que não tive: a questão dos apoios. Eu desejo a ele muita sorte.

Quais são seus planos para 2013?
 
Eu saí da política. Volto a cuidar do que é meu, minha casa, minha vida como jornalista, minhas empresas. Quero ficar com os meus filhos. Quero escrever um livro, fazer uma trilogia sobre o início da cruz até os dias futuros.

Vai continuar filiada ao PV?
 
Não. Acho que a Justiça, o Ministério Público, até parte da população que não me conhece podia me tratar de forma distante, desconfiar de mim ou colocar qualquer tipo de questionamento. Mas o meu partido e meus companheiros não tinham esse direito. Durante oito anos fui presidente do partido. E agora, no dia que acontece o afastamento, me trataram da mesma forma do que os desconhecidos e a Justiça. Ninguém da direção nacional chegou para me prestar solidariedade, perguntar o que estava acontecendo. Simplesmente decidiram me afastar da presidência do partido. Não fui convidada nem sequer para o ato do novo presidente. O PV me tratou com ingratidão. Minha história com o PV sempre foi de amor. Agora esse amor acabou. Essa dor do PV foi infinitamente maior do que a dor da injustiça da Justiça. Vou me desfiliar nos próximos dias e fechar esse ciclo.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Maurício Marques lidera mais uma pesquisa eleitoral em Parnamirim

Politica - Eleições 2012 - Parnamirim,RN

Pesquisa Certus/Nominuto revela que o atual prefeito abre 12 pontos de vantagem sobre o candidato do PV, deputado Gilson Moura.

O prefeito de Parnamirim Maurício Marques dos Santos (PDT) lidera mais uma pesquisa eleitoral, e desta vez abre 12,45 pontos de vantagem sobre o candidato do PV, deputado Gilson Moura, o que equivale a quase 13 mil votos de maioria.

É o que mostra a nova pesquisa Certus/Nominuto, realizada nos dias 14 e 15 de setembro, e registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número TRE/RN 00105/2012. A Certus Pesquisa e Consultoria ouviu 450 eleitores. O índice de confiabilidade é de 95% e a margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos.

De acordo com a pesquisa estimulada, Maurício tem 44,67% das intenções de voto, ante 32,22% do deputado Gilson Moura e 3,33% do professor Tita Holanda (PSol). O quarto candidato, Camarada Leto (PCB) não pontuou na pesquisa.

Pesquisa estimulada - Intenção de voto

Maurício Marques44,67%(43,54%)
Gilson Moura32,22%(33,56%)
Tita3,33%(2,04%)
Nenhum7,78%
Não sabe11,33%
Não respondeu0,67%
(*) Entre parênteses número da pesquisa anterior da Certus

7,78% dos entrevistados disseram que não votariam em nenhum dos candidatos e 11,33% informaram que ainda não escolheram em quem vão votar. Em relação à pesquisa anterior, realizada nos dias 25 e 26 de agosto, Maurício subiu um ponto e Gilson caiu outro, o que sinaliza a consolidação do voto em Parnamirim, cidade de 214 mil habitantes, terceiro maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte.

Como a margem de erro é de 3 pontos para mais ou para menos, num quadro extremamente pessimista, Maurício cairia para 41,67% das intenções de voto e seu principal concorrente subiria para 35,22%, ou seja, seis pontos de diferença. No outro extremo, o prefeito teria 47,67% e Gilson 29,22%.

Na pesquisa espontânea, Maurício tem 40,0% e Gilson Moura 27,33%. No comparativo com a pesquisa anterior, Maurício subiu quatro pontos na espontânea e Gilson caiu um. 75% dos eleitores consultados disseram que a escolha é definitiva; 23,71% admitiram mudar o voto até o dia da eleição.

Pesquisa espontânea - Intenção de voto

Maurício Marques40,00%(36,05%)
Gilson Moura27,33%(28,57%)
Tita1,78%(0,68%)
Ninguém7,11%
Não sabe23,11%
Não respondeu0,67%
(*) Entre parênteses número da pesquisa anterior da Certus

O candidato do PV, partido da prefeita de Natal Micarla de Sousa, é o que apresenta a maior rejeição entre os candidatos de Parnamirim. Gilson tem 35,33% de rejeição, enquanto Maurício fica com 22,67%, Tita Holanda 9,33% e Camarada Leto 6,22%. Na pesquisa anterior, 28,12% disseram que não votariam de jeito nenhum em Gilson Moura.

Pesquisa estimulda - Rejeição

Gilson Moura35,33%(28,12%)
Maurício Marques22,67%(23,13%)
Tita9,33%(5,90%)
Camarada Leto6,22%
Nenhum11,56%
Rejeita todos6,67%
Não sabe3,78%
Não respondeu4,22%
(*) Entre parênteses número da pesquisa anterior da Certus

O aumento de sete pontos na rejeição ao nome de Gilson pode estar relacionado à retomada dos depoimentos dos acusados de desvio de dinheiro público dos cofres do Instituto de Pesos e Medidas (IPEM), uma ação, que segundo investigações do Ministério Público, da Polícia Civil e da Polícia Federal, tinha como principal operador Richardson Macedo, indicado por Gilson para o cargo. O teor dos depoimentos dominou o noticiário dos principais meios de comunicação do Rio Grande do Norte na semana passada e foi usado na propaganda eleitoral de Maurício.

EXPECTATIVA DE VITÓRIA


Independente do candidato escolhido, 52% dos eleitores ouvidos pela Certus disseram que Maurício será o vencedor do pleito deste ano, ante 20,49% que citaram o nome de Gilson Moura e 25,84% que não responderam a esta pergunta. Maurício, que está no primeiro mandato, é também o candidato que inspira mais confiança no eleitorado de Parnamirim. 41,11% disseram que confiam nele como administrador. Gilson obteve 24%. Entre as qualidades, os eleitores de Maurício citaram a honestidade, o trabalho realizado em benefício da cidade e a competência. Gilson foi citado pela honestidade, competência e pela a identificação (conhecimento) que eleitor tem com ele, provavelmente pela exposição na TV Ponta Negra, onde apresenta o quadro “Advogado Cidadão”.

Dos 21 candidatos que ficaram acima de 1% das intenções de voto, quinze são da base aliada do prefeito Maurício Marques. O ex-secretário adjunto de Saúde, Irani Guedes, lidera a pesquisa com 3,33%, seguido por Sheilla Bezerra, com 3,11%. Ambos são do PRB. De acordo com a Certus, 31,33% dos eleitores ainda não escolheram em quem votar para vereador. 6,00% já decidiram que não votarão em nenhum deles.

Confira os números da pesquisa. Entre parênteses estão os números da pesquisa anterior da Certus, divulgada no último dia 01 de setembro.

Consolidação do voto
Definitivo 75% (66,34%)
Pode mudar 23,71% (32,44%)
Não Sabe 1,03%
Não respondeu 0,26%

Vereadores mais citados

Irani Guedes
Sheilla
Walkiria
Kátia Pires
Taveira
Clênio
Dr. Yuri
Gustavo Negócio
Ricardo Gurgel
Valério
Ademir de Queiroz
Gildásio
Elienai Cartaxo
Professora Nilda
Betinho da Mala
Ronald
Ari Ricardo
Batista
Diniz
Jeová Alves
Paulão Jr.
Não sabe: 31,33%
Nenhum 6,00%
 
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Em e-mail, Gilson Moura é apontado como beneficiário de lucros de empresas de Rychardson

Politica - RN

Deputado Gilson Moura é citado em trocas de e-mails entre réus da Operação Pecado Capital
-mails trocados entre réus da Operação Pecado Capital citam o deputado estadual Gilson Moura (PV) como suposto beneficiário de esquema fraudulento investigado. Em e-mails trocados entre sócios de empresas investigadas por suposta lavagem de dinheiro desviado irregularmente do Ipem, um dos réus afirma que verba das referidas lojas teriam sido utilizadas para a compra de bens por Gilson Moura e para a campanha eleitoral do então candidato à reeleição.

 
Na troca de e-mails, os dois acusados de participação no denunciado esquema da Operação Pecado Capital falam sobre o suposto pagamento de um veículo e uma casa para o deputado Gilson Moura, além de pagamentos para campanha eleitoral. Em uma discussão acerca da divisão de lucros da loja Platinum Veículos, Acácio Forte, sócio de Rhandson de Macedo, que é irmão de Ryhcardson, reclama sobre o pouco lucro na loja de carros. Rhandson, de acordo com a leitura de um e-mail realizada pelo juiz da 2ª. Vara Federal, Walter Nunes, responde e relata suposto benefício a Gilson Moura.

"Você acha que esse dinheiro ficou com a gente? Pergunte como foi paga toda a campanha de Gilson. Pergunte a ele como foi quitado o carro dele e a casa que ele acabou de trocar", diz o e-mail que está nos autos do processo e é utilizado como prova.

Na manhã de hoje, estão sendo realizados os interrogatórios dos réus do processo. Daniel Vale foi o primeiro a falar e negou toda e qualquer participação no suposto esquema. A leitura do e-mail foi realizada no interrogatório de Acácio Forte. Serão ouvidos ainda hoje cinco pessoas, incluindo Rychardson de Macedo Bernardo, principal acusado do suposto esquema fraudulento, segundo o Ministério Público.

A reportagem da TRIBUNA DO NORTE ainda não conseguiu o contato com o deputado Gilson Moura para que ele comentasse o fato. Em ligação ao telefone do parlamentar, um assessor disse que o deputado não estava próximo ao telefone no momento.

Depoimentos

Três acusados de participação no suposto esquema da Operação Pecado Capital decidiram não participar do interrogatório. Como se trata de um instrumento de defesa, o juiz federal Walter Nunes disse que é uma opção dos acusados participar ou não no interrogatório.

Por isso, Adriano Nogueira, Aécio Fernandes e Rhandson de Macedo Bernardo, irmão de Rychardson, não irão responder aos questionamentos do juízo. Anteriormente, os réus Daniel Vale e Acácio Forte se negaram a responder às perguntas do Ministério Público Federal.

Os interrogatórios da Operação Pecado Capital devem se estender até o período da tarde.

Todos os direitos reservados ao jornal TRIBUNA DO NORTE

domingo, 2 de setembro de 2012

Maurício lidera pesquisa em Parnamirim

Eleições 2012 - Parnamirim,RN


Maioria para o segundo colocado é de 9,98 pontos, segundo pesquisa Certus divulgada neste sábado.

Se as eleições municipais fossem hoje, o prefeito de Parnamirim, Maurício Marques dos Santos (PDT) seria eleito com uma diferença de quase 10 pontos porcentuais sobre o segundo colocado, o candidato do PV, Gilson Moura. É o que mostra pesquisa realizada pela Certus Pesquisa e Consultoria nos dias 25 e 26 de agosto e registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número RN-00067/2012.

De acordo com a Certus, o prefeito Maurício Marques, que é candidato à reeleição pela coligação Vitória da Continuidade, tem 43,54% das intenções de voto na pesquisa estimulada, ante 33,56% de Gilson, que é candidato pela segunda vez a prefeito por uma coligação que inclui, além do PV, o DEM da governadora Rosalba Ciarlini e o PR do deputado João Maia. O candidato do Psol, Tita Holanda tem 2,04% das intenções de voto e Camarada Leto 0,23%. Dos 450 entrevistados, 10,88% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos e 9,75% não responderam ou disseram que não sabem em quem votar.

Com a vantagem conquistada a pouco mais de um mês da eleição, Maurício está fora da margem de erro, que é de três pontos para mais ou mais menos. Num cenário mais otimista (que puxa a intenção de voto do líder para cima e o do segundo colocado para baixo), Maurício teria 46,54% e Gilson 30,56%. No cenário mais pessimista para o prefeito, ele teria 40,54% e Gilson 36,56%.

Tendo em vista que a consolidação do voto chega perto de 70%, que a administração é aprovada por 48,07% da população, que Maurício lidera na espontânea (36,05% a 28,57%) e ainda tem menor rejeição que o concorrente, uma mudança no quadro seria difícil. A rejeição ao nome de Gilson Moura, cuja vinculação à prefeita Micarla de Sousa vem sendo explorada pela “Vitória da Continuidade”, é de 28,12% e a de Maurício 23,13%. Segundo a pesquisa, quanto maior o grau de instrução do eleitor, maior a rejeição ao candidato do PV. No grupo dos que têm diploma de curso superior ou estão fazendo universidade, a rejeição chega a 58%.

“A pesquisa registra em números o que vemos nas ruas. E o sentimento do eleitor é de recusa à estratégia do PV de implantar em Parnamirim o modelo de administração que afundou Natal”, disse Naur Ferreira, após participar de uma reunião com a coordenação da campanha. Naur lembrou que todas as pesquisas, “inclusive as realizadas pelos adversários”, confirmam vitória de Maurício.

Uma outra constatação do grupo que analisou a pesquisa é a seguinte: Três em cada grupo de quatro eleitores não sabem da vinculação do deputado Gilson Moura com o escândalo do IPEM e com a venda do mandato de deputado, no final da legislatura passada, episódio que está sendo investigado pelo Ministério Público.

PESQUISA CERTUS

ESTIMULADA
Maurício 43,54%
Gilson 33,56%
Tita 2,04%
Leto 0,23%
Nenhum 10,88%
NS/NR 9.75%

ESPONTÂNEAMaurício 36,05%
Gilson 28,53%
Tita 0,68%
Outros 0,91%
Nenhum 10,43%
NS/NR 23,13%

REJEIÇÃOGilson Moura 8,12%
Mauricio Marques 23,13%
Tito Holanda 5,90%
Camarada Leto 9,30%
Rejeita Nenhum 18,59%
Não sabe 1,59%
Outras respostas 13,38%

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Maurício Marques segue na liderança da corrida eleitoral em Parnamirim

Politica - Eleições 1012 - Parnamirim,RN

Atual prefeito tem 45,45% das intenções de votos; avançou 5,95% desde a última pesquisa divulgada no começo de agosto, quando tinha 39,5% das preferências.

Em parceria com a Certus Pesquisa e Consultoria, o portal Nominuto.com divulga nesta quarta-feira (15) a mais recente pesquisa de intenções de voto para prefeito de Parnamirim em 2012.

De acordo com os números da pesquisa estimulada – quando os nomes dos candidatos são sugeridos ao entrevistado – o atual prefeito de Parnamirim, Maurício Marques (PDT), lidera a corrida eleitoral com 45,45% das preferências.

O deputado estadual Gilson Moura (PV) aparece em segundo lugar com 30,96% das intenções de voto. Tito Holanda (PSOL) vem em terceiro com 1,47%, seguido pelo candidato do PCB, Camarada Leto, com apenas 0,25% das intenções

Pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob protocolo 00055/2012.

Nenhum dos citados somou 12,29%; Não sabe 9,58%.

O Instituto Certus realizou 407 entrevistas domiciliares, em áreas selecionadas aleatoriamente, estratificadas por sexo, idade, grau de instrução e renda, nos dias 11 e 12 de agosto de 2012.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob protocolo 00055/2012, e tem margem de erro de 3% para mais ou para menos, com índice de confiabilidade de 95%.

Última pesquisa:

Atual prefeito avançou 5,95% desde a última pesquisa divulgada no começo de agosto, quando tinha 39,5% das preferências.

O deputado estadual Gilson Moura (PV) aparecia em segundo lugar com 33,5% das intenções de voto. Tito Holanda (PSOL) em terceiro com 2,25%, seguido pelo candidato do PCB, Camarada Leto, com apenas 1% das intenções

domingo, 24 de junho de 2012

Direção nacional do PV recomendou retirada de Micarla

Politica - Natal,RN


O presidente do PV, José Luiz Penna, comunicou dias atrás a correligionários locais que a cúpula partidária não endossaria a candidatura da prefeita.


Uma série de fatores concorreu para que a prefeita Micarla de Sousa (PV) desistisse de disputar sua reeleição. Índices altíssimos de desaprovação popular à sua administração e de rejeição à sua candidatura, além da resistência de familiares à participação dela em uma campanha eleitoral com tantas adversidades são os motivos mais conhecidos para a renúncia de Micarla ao projeto reeleitoral.

Um outro elemento, no entanto, contribuiu para que a prefeita ficasse de fora de sua sucessão: a falta de respaldo da direção nacional do seu próprio partido.

O presidente nacional do PV, José Luiz Penna, comunicou dias atrás a correligionários locais que a cúpula partidária não endossaria a candidatura de Micarla de Sousa à sua própria reeleição.

Segundo uma fonte do Nominuto, o dirigente alegou que queria evitar que o desgaste político-administrativo de Micarla “contaminasse” a imagem do PV no resto do país.

Como única representante do partido no comando de uma prefeitura de capital, argumentou Penna, Micarla não seria uma boa referência para outras campanhas do PV pelo país.

Não chegou a ser um veto, mas uma recomendação partidária para que a prefeita pevista não levasse adiante o projeto de reeleição.

Luiz Penna: "Não há condições de Micarla ser candidata".
Uma das ocasiões em que José Luiz Penna externou esse posicionamento foi em reunião com o senador Paulo Davim, na semana passada. Reunião, aliás, solicitada por Davim, que foi ao dirigente exatamente comunicar a decisão pessoal de não participar da campanha que, naquele momento, estava sendo planejada para a prefeita.


Único senador do PV, Paulo Davim fez para o presidente nacional do seu partido um retrato atualizado do quadro político em Natal e classificou como inviável eleitoralmente a candidatura de Micarla.


José Luiz Penna, contudo, nem deixou o senador potiguar terminar de falar. Disse que não apenas estava ciente da situação da correligionária, como ele (Penna) e outros dirigentes pevistas compartilhavam da opinião de Davim.

“Não há condições de Micarla ser candidata”, sentenciou o presidente pevista.

Em entrevista ao Nominuto na última quinta-feira (*), José Luiz Penna não foi tão taxativo. Para o repórter Dinarte Assunção, ele desconversou ao ser indagado sobre o posicionamento do partido em relação a uma candidatura de Micarla de Sousa.

Mas não escondeu que a reeleição de Micarla estava fora dos planos do PV nacional ao citar apenas Belo Horizonte, Palmas e Porto Velho como as capitais em que a legenda espera eleger prefeitos.

Ainda que a prefeita natalense insistisse em enfrentar as adversidades políticas, administrativas e até familiares, como vinha ensaiando, ficaria muito difícil superar a resistência dentro do seu próprio partido.

Seria muita dificuldade junta para sustentar uma candidatura.
Eis aí a crônica resumida que levou à retirada de Micarla do seu próprio processo sucessório.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Micarla de Sousa comunica ao Partido Verde que é candidata

Politica - Natal,RN


Prefeita, que enfrenta 93,4% de desaprovação popular, vai tentar garantir mais quatro anos à frente do Palácio Felipe Camarão.

A prefeita Micarla de Sousa comunicou à direção de sua legenda, o Partido Verde, que é candidata à reeleição. A convenção que homologará sua candidatura está marcada para o dia 30 no Espaço América, informou ao Nominuto.com o presidente de honra do PV, Rivaldo Fernandes.

Segundo ele, os pré-candidatos à Câmara Municipal de Natal se reúnem hoje na sede do partido, em Lagoa Nova, no início da noite, para discutir suas candidaturas e os apoios que podem ser alinhavados para dar sustentação ao projeto da prefeita.

Micarla de Sousa conta atualmente apenas com o apoio do PP, partido do vice-prefeito, Paulinho Sousa. Paralelamente, o os verdes conversam com o PPR, PRB, PTdoB e PMN.

A prefeita do Natal embarca amanhã para o Rio de Janeiro, onde participa de mesas de discussões da Rio+20 e conversa com a cúpula nacional de seu partido sobre o seu projeto.

Micarla enfrenta índices de desaprovação popular à sua gestão que ultrapassam 93%. Para eleição, seu nome é rejeitado por mais de 75%, conforme indicam pesquisas.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Carlos Eduardo cresce 12% e marca 59,2% de intenções de voto

Politica - Natal,RN

Após apoio da ex-governadora Wilma de Faria, ex-prefeito cresceu no levantamento Sinduscon/Consult.

O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) cresceu quase 12 pontos no levantamento estimulado divulgado hoje pela Consult, contratada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil, o Siduscon.

Em maio, o pedetista tinha 47,3% de intenções de voto e agora aparece com 59,2%, após a desistência da ex-governadora Wilma de Faria (PSB), seguida por manifestação de apoio ao nome do ex-prefeito.

Os demais candidatos não avançaram ou regrediram além da margem de erro da pesquisa, de três pontos percentuais. Rogério Marinho (PSDB) marcou 8,5%, seguido por Hermano Morais(PMDB - 5%), Fernando Mineiro (PT - 3,2%) e Micarla de Sousa (PV - 1,8%).
Equipe Nominuto.com

A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 10 deste mês e registrada sob o protocolo RN-00020/2012 - TSE - TRE.



terça-feira, 24 de abril de 2012

Carlos Eduardo cresce 11 pontos e lidera com 49,50% dos votos

Politica - Natal - RN

Ex-prefeito marcara 38,43% em novembro do ano passado; todos os demais candidatos pré-candidatos somam 34,39% de intenções de votos. 

  O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) lidera o levantamento estimulado contratado pelo Nominuto.com ao Instituto Certus com 49,50% dos votos. O pré-candidato cresceu oito pontos na mensuração, se comparado à pesquisa divulgada em janeiro pela Tribuna de Norte, quando marcou 41,57%. Em comparação com o publicado em novembro de 2011 pelo Portal Nominuto.com, o pedetista cresceu 11,07%. A margem de erro é de 3,0% para mais ou para menos.

A ex-governadora Wilma de Faria (PSB) continua em segundo lugar. Ela marcou 19,26% no atual levantamento, contra 19,43% em janeiro, e 25,57% em novembro do ano passado, também recuando além da margem de erro. Rogério Marinho (PSDB) aparece atrás com 5,56%. Ele marcara anteriormente 4,86% e 6,29%.

Hermano Morais (PMDB) ficou em quarto lugar, com 5,14%, praticamente estável em relação aos dois levantamentos anteriores. Fernando Mineiro, que mensurou na faixa dos 4% em janeiro e novembro, desceu agora aos 2%, ficando atrás da prefeita Micarla de Sousa (PV) que tem 2,43% das intenções de voto.

Arte: Nominuto.com
Pesquisa, registrada no TREl sob o protocolo 00010/2012 RN, foi realizada em 14 e 15 de abril.

Para 11,98% do eleitorado, nenhum candidato apresentado seria escolhido. Os que não souberam responder estacionaram em 3,85%; 0,29% não respondeu.

A pesquisa, registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo 00010/2012 RN, foi realizada em 14 e 15 de abril e colheu 701 entrevistas domiciliares, em áreas selecionadas por bairros, estratificadas por sexo, idade, grau de instrução, renda, religião e zona.

sábado, 10 de março de 2012

Carlos Eduardo tem 41,8% das preferências no voto estimulado, diz Start

Politica - Eleições 2012 - Natal

Wilma de Faria aparece em segundo lugar com 18% das intenções de voto e Rogério Marinho vem em seguida com 7,1% das citações.

Na pesquisa estimulada da Start/96 FM/Nominuto, Carlos Eduardo Alves (PDT) obteve 41,8% das intenções de voto para prefeito de Natal. Wilma de Faria (PSB) apareceu com 18% das preferências e Rogério Marinho (PSDB) foi citado por 7,1% dos entrevistados.

Felipe Maia (DEM) tem 3,5% das intenções de votos; Micarla de Sousa (PV) obteve 2,9% das citações; Fernando Mineiro (PT) ficou com 2,3%; Hermano Morais (PMDB) surgiu também com 2,3% das preferências; e Albert Dickson (PP) foi citado por 2% dos entrevistados.

Nenhum, branco e nulos somaram 16,9% das citações. E ainda não sabe, 3,2% dos pesquisados.


A Start perguntou ao entrevistado se a opção por algum dos candidatos é definitiva ou poderá mudar até as eleições. De acordo com as respostas, 56,7% disseram que a opção é definitiva; 39,1% disseram que opção poderá mudar; outros 3,9% não souberam dizer; e nenhuma das respostas, 0,3%.

A Start realizou 960 entrevistas entres os dias 2 e 4 de março em 33 bairros nas quatro zonas da capital (Norte, Sul, Leste e Oeste). A margem de erro é de 3,2% para mais ou para menos.

A pesquisa foi registrada em 1º de março deste ano e recebeu o nº de protocolo RN 00007/2012/TSE-TRE.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Micarla lidera quesito rejeição

Politica - Eleições 2012 - Natal - RN


Quase 64% do eleitorado natalense não votaria na atual prefeita se as eleições fosse hoje, indica pesquisa Sinduscon/Consult

A prefeita Micarla de Sousa (PV) lidera a rejeição do natalense. Quando perguntado em qual candidato não votaria, entre os nomes abaixo apresentados, para a Prefeitura do Natal, o eleitorado manifestou a seguinte tendência:
Arte: Nominuto.com

Micarla de Sousa (PV): 63,5%

Wilma de Faria (PSB): 4,9%

Fábio Faria (PSD): 3,6%

Carlos Eduardo (PDT): 3,3%

Fernando Mineiro (PT): 1,8%

Hermano Morais (PMDB): 1,4%

Rogério Marinho (PSDB): 1,3%

Felipe Maia (DEM): 0,9%

Todos 10,5%

Não sabem 13,5%
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Agripino pede unidade dos aliados em Natal e Mossoró

Politica - Eleiões 2012 -RN

O senador José Agripino Maia (DEM), presidente nacional do DEM, defendeu ontem que o grupo que compõe o arco de alianças em torno da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) no Rio Grande do Norte se apresente com candidaturas únicas em Natal e Mossoró, na eleição deste ano. O senador incluiu ao leque de aliados o PSDB, o PMDB e legendas próximas politicamente aos democratas. O nome que poderia representar os governistas, no entanto, não foi externado pelo senador. "Quem senta à mesa para dialogar e buscar parcerias não pode chegar com um nome pronto", afirmou ele, ao ser indagado se o deputado federal Rogério Marinho, pré-candidato tucano (a sigla mais próxima dos democratas) já sai em vantagem.
Alex RégisSenador José Agripino afirma que definições de nomes devem ficar para abril ou maioSenador José Agripino afirma que definições de nomes devem ficar para abril ou maio

Agripino não deixou pistas sobre a possibilidade ou não da legenda que comanda apresentar um candidato próprio em Natal ou Mossoró, mas no que concerne à capital deixou claro que "o partido pode ter uma candidatura própria e pode não ter". O tema, assegurou o senador, somente se definirá em meados de abril ou maio. "O DEM tem conversas com o deputado Rogério, bons entendimentos com o PSDB, mas esse processo não está fechado", assinalou. Os tucanos são os aliados preferenciais dos democratas e isso é externado prontamente pelas principais lideranças de ambas as legendas.

O obstáculo capital, no caso do Rio Grande do Norte, são alianças também em passo de solidez como é o caso da que se formatou com o PMDB (partido que também dispõe de um pré-candidato, o deputado Hermano Morais). Agripino disse que vai defender até o último momento a unidade das siglas aliadas do DEM. Ele não soube precisar o número exato de candidaturas próprias que os democratas devem apresentar interior afora. "Mas posso dizer que com certeza faremos muito mais prefeitos do que temos agora", analisou.

A tese externada pelo senador José Agripino Maia acaba por revelar estratégias diferentes entre possíveis candidatos da base e da oposição ao Governo. Na edição de ontem, a deputada Fátima Bezerra, do PT, defendia a candidatura de Fernando Mineiro, deputado estadual pré-candidato petista, e ao mesmo tempo opinava sobre uma aliança do grupo em um possível segundo turno, em Natal. Essa discussão tem colocado representantes de partidos oposicionistas em campos opostos. O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves, pré-candidato do PDT, é o único que tem defendido a união do grupo em torno da candidatura que se mostrar mais viável do ponto de vista eleitoral. Até o momento ele tem liderado as pesquisas de intenção de votos, mas é seguido de perto por outra potencial pré-candidata, que é a ex-governadora Wilma de Faria, do PSB.

DEM tem dificuldades com candidaturas

O ano chega ao fim com a indefinição do grupo governista sobre se o DEM, partido da governadora Rosalba Ciarlini, terá candidato próprio em Natal ou Mossoró. Na capital, a possibilidade é considerada próxima de zero. Já no município do Oeste, a expectativa, que chegou a contar com seis nomes, terminou 2011 com três - dos quais um segue na peleja da lei da inelegibilidade. Trata-se da vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM) que, para sair candidata ao Palácio da Resistência, depende da renúncia de Fafá. A prefeita tem repetido que concluirá seu mandato, o que deixaria Ruth - em tese - fora do jogo político local. Tem-se o cenário composto pela vice-prefeita e os vereadores Cláudia Regina e Chico da Prefeitura, do Democratas.

O ano começou com - além de Ruth, Cláudia e Chico - mais três nomes que poderiam ser indicados para encabeçar a chapa governista: a secretária estadual de Infraestrutura Kátia Pinto (DEM) e os secretários Municipais Alex Moacir (PMDB) e Francisco Carlos (PV). Contudo, as articulações e movimentações de bastidores apontaram, ao longo de 2011, para uma composição entre DEM e PMDB, o que deixa Alex Moacir fora do páreo da disputa do cargo de prefeito e o coloca em vantagem para a vice-prefeitura.

Na convenção local do DEM, realizada no mês de junho, os discursos das lideranças governistas - no âmbito municipal e estadual - apontaram para a união do grupo em 2012. Passada a euforia momentânea dos convencionais, os democratas passaram a intensificar - cada qual com suas armas - seus nomes na busca da viabilização política. Ao contrário de Mossoró, o único nome posto em pauta em Natal - mas já rechaçado pelo próprio - é o do deputado Felipe Maia.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Carlos Eduardo lidera mais recente pesquisa sobre eleição em Natal

Politica - Natal - RN


Segundo os números da Certus, o ex-prefeito aparece com 38,43% das preferências, seguido de Wilma de Faria com 25,57%.


Em parceria com a Certus Pesquisa e Consultoria, o portal Nominuto.com divulga hoje (8) a mais recente pesquisa de intenções de voto para prefeito (a) de Natal em 2012.

De acordo com os números da pesquisa estimulada para o primeiro turno do pleito, o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), lidera a corrida eleitoral com 38,43% das preferências.

A ex-governadora Wilma de Faria (PSB) aparece em segundo lugar com 25,57% das intenções de voto. O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) obteve 6,29% das preferências, garantindo o terceiro lugar.

Em seguida, Hermano Morais (PMDB) aparece com 4,57% empatado com Fernando Mineiro (PT), também com 4,57% das intenções de voto. Felipe Maia (DEM) é lembrado por 3,29% dos entrevistados; Micarla de Sousa (PV) possui apenas 1,57% das intenções de voto; e Fábio Faria (PSD) surge com 0,86% das menções.

Nenhum dos citados somou 10,29%; Não sabe somou 4,14%; e 0,43% não respondeu.

A Certus realizou 700 entrevistas domiciliares, em áreas selecionadas por bairros, estratificadas por sexo, idade, grau de instrução e renda. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

As entrevistas foram realizadas nos dias 5 e 6 de novembro.
Na espontânea, Carlos Eduardo lidera e Micarla aparece em 4º
lugar

Wilma de Faria é lembrada espontaneamente por 8,43%; Rogério mantém a terceira colocação; e quase a metade dos entrevistados não sabe em quem votar.


Na pesquisa espontânea da Certus para o primeiro turno da eleição em Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT) lidera com 23,86% das intenções de voto, seguido de Wilma de Faria (PSB) com 8,43%.

Rogério Marinho (PSDB) segue na terceira colocação com 1,29% das preferências. Micarla de Sousa (PV) surge com 1,14%; Hermano Morais (PMDB) com 1%; Fernando Mineiro (PT) aparece com 0,57%; e Felipe Maia (DEM) é lembrado por 0,14%.

Segundo a Certus, 8,29% dos entrevistados disseram preferir outro nome; nenhum somou 9%; não sabe somou 45,86%; e não respondeu, 0,43%.

A Certus realizou 700 entrevistas domiciliares, em áreas selecionadas por bairros, estratificadas por sexo, idade, grau de instrução e renda. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

As entrevistas foram realizadas nos dias 5 e 6 de novembro


 

Carlos Eduardo vence Wilma em eventual 2º turno, aponta Certus

Segundo a pesquisa, o ex-prefeito de Natal venceria a eleição 51,29% das intenções de voto.

A Certus Pesquisa e Consultoria fez a projeção de um hipotético segundo turno da eleição na capital entre Carlos Eduardo Alves (PDT) e Wilma de Faria (PSB), os dois nomes mais citados pelos entrevistados.

De acordo com os números da Certus, Carlos Eduardo obteve 51,29% das intenções de voto; e Wilma de Faria ficou com 35,86% das preferências.

Nenhum deles somou 10,43%; Não sabe, 2,14%; e Não respondeu, 0,14%.

A Certus realizou 700 entrevistas domiciliares, em áreas selecionadas por bairros, estratificadas por sexo, idade, grau de instrução e renda. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

As entrevistas foram realizadas nos dias 5 e 6 de novembro



Micarla de Sousa é a mais rejeitada pelo natelense


Em relação aos demais concorrentes, a atual prefeita está disparada no quesito rejeição.


Quando o assunto é rejeição, a prefeita de Natal, Micarla de Sousa (PV), que pode concorrer à reeleição, está disparada na mais recente pesquisa da Certus Consultoria.

A empresa de pesquisa fez a seguinte pergunta: Em qual deles o(a) Sr.(a) não votaria de jeito nenhum?

Vamos aos números da Certus:

Micarla de Sousa (PV) lidera a lista com 60,86% de rejeição. Em seguida vêm Wilma de Faria (PSB) com 6,29%; Fábio Faria (PSD) com 5,29%; Carlos Eduardo Alves (PDT) com 4%; Felipe Maia (DEM) com 3%.

Na sequência do item rejeição, Fernando Mineiro aparece com 2,43% das citações; Rogério Marinho com 2,29%; Hermano Morais com 0,57%; outras respostas 4,71%; Nenhum 3,86%; e Rejeita todas, 0,14%.

A Certus realizou 700 entrevistas domiciliares, em áreas selecionadas por bairros, estratificadas por sexo, idade, grau de instrução e renda. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

As entrevistas foram realizadas nos dias 5 e 6 de novembro.


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