Mostrando postagens com marcador sesap. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sesap. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Medidas são recebidas com receio

Saúde - RN

As mudanças impostas pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap/RN) na rede de atendimento materno infantil causaram preocupação aos gestores dos hospitais que deverão se adaptar ao novo perfil de atendimento, com a inclusão dos serviços de obstetrícia. No Hospital Regional Monsenhor Antônio Barros, em São José de Mipibu, na Região Metropolitana de Natal, a medida anunciada pelo titular da pasta, Luiz Roberto Fonseca, foi recebida com surpresa e preocupação pela diretora da unidade hospitalar, Isabelle Grilo.

Sandra Aureliano resistiu em sair da Apami por receio de não ter atendimento. Depois de quase três horas de discussão, ela e o filho foram levados para o Hospital Regional de São José de Mipibu

Sandra Aureliano resistiu em sair da Apami por receio de não ter atendimento. Depois de quase três horas de discussão, ela e o filho foram levados para o Hospital Regional de São José de Mipibu

Ela afirmou depender de uma infraestrutura médica e de equipamentos para oferecer os serviços. Atualmente, o Hospital não tem como atender a demanda de urgência e emergência adulta e pediátrica, clínica médica, internamentos de obstetrícia e de cirurgias eletivas, sem que haja uma adaptação ao que foi preconizado pela Sesap.

A Secretaria garantiu, porém, que em até 20 dias, os hospitais regionais de São José de Mipibu, São Paulo do Potengi, Santo Antônio e João Câmara, estarão devidamente equipados e com médicos pediatras e obstetras nas escalas de plantão. Entretanto, no Hospital Regional de São José de Mipibu, as mudanças foram iniciadas um dia após o anúncio da restruturação, de forma considerada abrupta.

Em meio a uma reforma, iniciada em fevereiro passado, que custará, ao final, R$ 660 mil, a unidade teve que receber quatro parturientes e seus recém-nascidos no início da tarde desta terça-feira, 23. Todas oriundas da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância (Apami).

A entidade realizava partos normais e cesarianas em São José de Mipibu, através de pactuação com a Sesap e com a Prefeitura daquele município. Segundo a Sesap, a Apami é uma das entidades que não responde positivamente à pactuação e foi excluída da lista de entidades manutenidas pelo Governo do Estado para a prestação de serviços de saúde.

O Hospital Regional recebeu as pacientes, sem dispor de berços comuns e aquecidos, além do sistema de fototerapia para bebês nascidos com icterícia. Dois dos recebidos na unidade precisam de fototerapia para não desenvolver problemas pelo acúmulo de bile no organismo.

“Não esperávamos receber desta forma. Estamos em reforma e ainda nos estruturando. Estávamos esperando a Sesap traçar o perfil deste hospital. Aguardávamos que fosse permanecer como de urgência e emergência”, destacou a diretora da unidade.

Sem outra solução, até a aquisição de equipamentos específicos para o setor obstétrico e pediátrico, o Hospital Regional teve que recorrer à Apami para que cedesses os berços. A diretora Isabelle Grilo enfatizou que irá adaptar a sala do repouso do centro cirúrgico da unidade para que as cesarianas possam ser realizadas, sem a necessidade do encaminhamento das mulheres em trabalho de parto para as maternidades de Natal.

Mas fez cobranças: “estamos assumindo uma responsabilidade e preciso do respaldo da Sesap. Com o apoio da direção técnica do hospital, ela irá confeccionar um relatório apontando as necessidades para o início dos serviços de obstetrícia.

sábado, 16 de março de 2013

Saúde do RN em frangalhos

Saúde - RN



Atual situação da saúde no Rio Grande do Norte

A saúde no estado do Rio Grande do Norte nunca esteve tão ruim, médicos em greve há quase um ano e o governo não faz uma proposta decente a esta categoria que quer apenas condições para trabalhar e um salárioo digno.

Pacientes que fizeram transplantes, pacientes que fazem hemodiálise, pacientes com osteoporose e tantos outros estão sofrendo com a falta de medicamentos na UNICAT.
Hoje os 167 municipios do nosso querido Rio Grande do Norte sofre com a falta dos exames de alta complexidade, ressonância magnética, tomografia computadorizada, densitometria óssea, cintilografia do miocárdio, entre outros.


A SESAP não pagou a empresa que faz a manutenção e funcionamento do sistema SIGUS – APAC e desta forma se um paciente em Jardim de Angicos (exemplo) precisar de uma cintilografia do miocárdio para sua sobrevivência,este paciente infelizmente ira a obito

Nota de Esclarecimento da empresa

Esclarecemos aos operadores do SIGUS-APAC que o sistema encontra-se temporariamente indisponível, em função de pendências financeiras com a SESAP. 
Desde outubro de 2012 o Estado não efetua os pagamentos pela utilização do sistema, além de acumular outras pendências relativas a períodos anteriores, o que inviabiliza a manutenção e funcionamento do SIGUS.
Aguardamos que uma solução seja apresentada em breve.

Com a palavra a Médica governadora Rosalba Ciarline e o Senhor Secretário de Saúde

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

População do RN fica sem exames de alta complexidade

Saúde - RN

Nota de Esclarecimento

 

Esclarecemos aos operadores do SIGUS-APAC que o sistema encontra-se temporariamente indisponível, em função de pendências financeiras com a SESAP. 
Desde junho de 2012 o Estado não efetua os pagamentos pela utilização do sistema, além de acumular outras pendências relativas a períodos anteriores, o que inviabiliza a manutenção e funcionamento do SIGUS.
Aguardamos que uma solução seja apresentada em breve.

domingo, 27 de maio de 2012

RN é 7º do país no ranking da dengue

Saúde - Dengue

Roberto Lucena - Repórter

Os números de casos suspeitos e confirmados de dengue não param de crescer. O Rio Grande do Norte é o sétimo estado no ranking de notificações da doença. Em Natal, dados do último boletim registrado mostram 4.586 casos de dengue clássico e 297 casos de dengue grave. Uma vacina contra a doença está sendo elaborada e deverá ser lançada no próximo ano e produzida em 2014, mas, de acordo com especialistas, sem a mudança de cultura da população no tocante à prevenção, o cenário não sofrerá alterações.
Júnior SantosPopulação é maior responsável por acabar com focos do mosquitoPopulação é maior responsável por acabar com focos do mosquito

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pela secretaria Municipal de Saúde (SMS), as zonas Leste e Oeste da capital lideram o número de notificações. O resultado permanece inalterado em todos os levantamentos. Bairros como Felipe Camarão, Mãe Luiza, Ribeira e Petrópolis figuram entre aqueles onde há mais registros de pessoas com a doença e quantidade de focos do mosquito Aedes Egypt. "De um lado temos pessoas que têm problemas com abastecimento d'água e precisam armazenar o líquido. Isso, na maioria dos casos, é feito sem o devido cuidado e acabam surgindo os criadouros do mosquito. Do outro, há uma dificuldade em fazer um trabalho de prevenção nas residências", explica o coordenador do Programa Municipal de Controle da Dengue, Lúcio Pereira.

Os gestores de saúde pública conhecem os números e sabem onde estão os problemas mais graves. Mas com essas informações, porque não é possível mudar a realidade? Para o médico infectologista, Kleber Luz, sem uma ação integrada e bem articulada entre os governos Federal, Estadual e Municipal junto à população, não haverá resultados positivos. "Não adianta colocar milhares de agentes de combate a endemias nas ruas se a população não colaborar. É preciso conscientização antes de tudo", informa.

O médico informa ainda que a população tem uma ideia equivocada de que a doença é transmitida por mosquitos vindos da casa do vizinho. Segundo o profissional, a desculpa de que "se eu fizer tudo direito, mas o meu vizinho não fizer, não adianta nada" é errada. "O mosquito que lhe pica estão na sua casa. O mosquito não sai de uma casa para outra. A fêmea põe os ovos num lugar e, naquele mesmo espaço, procura o sangue", explica.

De acordo com a secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), os números preocupam, mas o resultado ao fim do ano não deve ser pior que ano passado. Em 2011, a secretaria registrou 13.252 casos de dengue do tipo clássico e 62 óbitos suspeitos. A sétima semana epidemiológica da Sesap, que foi até o dia 28 de abril, apresentava 28 mortes suspeitas, sendo três descartadas e duas confirmadas. "Estamos agindo precocemente nos municípios onde há um aumento no número de suspeitas da doença para evitar um problema maior", explica Kristiane Fialho, coordenadora do Programa Estadual de Dengue.

A ação principal, diz Fialho, é a utilização dos conhecidos carros-fumacê [veja tabela]. Esse ano, 18 municípios receberam a visita de equipes da Sesap. Em Natal, os bairros atendidos pelo sistema foram: Igapó, Alecrim, Quintas, Bom Pastor, Nordeste e Dix-Sept-Rosado. "Acreditamos que com esse trabalho não teremos uma epidemia como a do ano passado. É natural que haja uma diminuição no números dos casos a partir de junho. Isso deve acontecer também esse ano", disse.

Com o início do período chuvoso, a população redobra a preocupação com a possibilidade de proliferação do mosquito Aedes Egypt. Porém, de acordo com Kleber Luiz, o problema maior é quando há estiagem. "Muita chuva acaba transbordando os locais onde há acumulo de água e a larva morre, cai no chão. Não é apenas com a presença de chuvas que teremos dengue. Observa-se esse ano. Não tivemos muitas chuvas e, no entanto, o número de casos é maior que o do ano passado em Natal", pondera.

O especialista orienta a população à procurar um posto médico quando surgirem sintomas como febre, dor de cabeça e no corpo. "Os diabéticos, hipertensos e a população de pele branca deve redobrar os cuidados porque estão mais susceptíveis à complicações, especialmente se contraírem a doença por mais de uma vez". Além disso, explica o médico, os profissionais de saúde precisam saber como manejar a doença. "Para tanto, o Ministério da Saúde disponibilizou, em seu site, um curso simples que qualquer um pode ter acesso", afirma.

Vacina deve ser lançada em 2013

Natal ocupa posição de destaque no Brasil com relação ao desenvolvimento de uma vacina contra a dengue. No Hospital Varela Santiago, há um estudo iniciado em outubro passado sobre o medicamento. Há uma espécie de concorrência mundial de empresas para o desenvolvimento de uma vacina segura e realmente eficaz contra a doença.

A produção da vacina é de altíssima prioridade para o Ministério da Saúde, que amarga altos custos com o tratamento dos infectados. Levando em conta apenas os gastos com hospitalização pelo Sistema Único de Saúde (SUS), decorrentes da dengue clássica e da febre hemorrágica da doença, já se foram R$ 120 milhões na última década (2000-2009), em mais de 140 mil hospitalizações.

O lançamento está previsto para o ano que vem, mas a produção só deve começar em 2014. Atualmente, vem sendo realizado um estudo epidemiológico, entra crianças e adolescentes de 9 a 16 anos de idade, num total de 750 participantes, nas cidades de Vitória (ES), Campo Grande (MGS), Fortaleza (CE), Goiânia (GO) e Natal (RN). A vacina é tetravalente e imunizará as pessoas contra os quatro tipos de vírus da dengue. Quando estiver pronta, ela deverá ser aplicada em três doses, com intervalo de seis meses entre cada aplicação.

Segundo os produtores, a vacina terá eficácia de 70%, de acordo com a premissa acordada com autoridades regulatórias mundiais de saúde, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ainda não há como afirmar prazo de validade e durabilidade da vacina em desenvolvimento.

Quando estiver pronta, a distribuição da vacina ficará a cargo das autoridades de saúde. "Estamos trabalhando forte nesse trabalho e esperamos bons resultados no futuro. Mas, antes que isso aconteça, é preciso a conscientização da população e mudança de hábito com relação ao cuidado com o abastecimento de água", diz Kleber Luz.

Número de mortes está em queda

O Rio Grande do Norte está entre os dez estados que detêm o maior número de notificações de dengue, segundo dados do Ministério da Saúde. Natal é o sétimo município com registros da doença. O número de óbitos causados pela doença no Estado caiu 67%, nos quatro primeiros meses de 2012, na comparação com o mesmo período do ano passado. Em 2011, entre janeiro e abril, foram registrados nove óbitos. Em 2012, no mesmo período, ocorreram três mortes no Estado.

O balanço do Ministério da Saúde aponta um dado positivo no Brasil: os números de óbitos vêm caindo com relação ao mesmo período de 2010, com 84% a menos de mortes por dengue. Há dois anos foram registradas, em todo o país, 467 mortes pela doença entre janeiro e abril. Já no primeiro quadrimestre deste ano o número caiu para 74 óbitos. Além disso, houve diminuição de 91% nos casos graves da doença, que passaram de 11.845 em 2010, para 1.083 registros em 2012. Já o número total de casos teve retração de 58% - foram 286.011 casos da doença em 2012, contra 682.130 em 2010.

Quadro atual

Dez Estados concentram 81,6% (233.488) dos casos notificados em 2012 - Rio de Janeiro (80.160), Bahia (28.154), Pernambuco (27.393), São Paulo (19.670), Ceará (17.205), Minas Gerais (14.006), Mato Grosso (13.802), Tocantins (11.589), Pará (11.223) e Rio Grande do Norte (10.286). No país, circulam quatro tipos de vírus da dengue. Em 2012, os tipos DENV 1 e DENV 4 foram os mais comuns, com 59,3% e 36,4%, respectivamente. Foram avaliadas 2.098 amostras positivas. Na região Nordeste registrou-se 81,5% de predomínio do DENV 4.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Robinson: "Saúde do RN é paciente terminal"

Saúde - Politica - RN

O vice-governador Robinson Faria (PSD) foi mais um a criticar a situação da Saúde Pública no Rio Grande do Norte. O ex-presidente da Assembleia Legislativa e agora adversário de Rosalba Ciarlini (DEM) disse, através do Twitter, que o problema de gestão financeira é o principal da área.
Aldair DantasRobinson Faria voltou a criticar gestão de Rosalba CiarliniRobinson Faria voltou a criticar gestão de Rosalba Ciarlini

"A deficiência na gestão financeira e problemas organizacionais há muito que não são novidades nos maiores hospitais do RN. Tarcísio Maia, Maria Alice, Walfredo Gurgel, José Pedro Bezerra e Deoclécio Marques", postou o vice-governador.

Robinson reproduziu frase atribuída a membro do Conselho Nacional de Saúde de que "a Saúde está no fundo do poço" e resumiu o que pensa sobre o atual momento da saúde pública no Rio Grande do Norte. "Para mim a Saúde do RN é um paciente terminal", postou Robinson.

O vice-governador rompeu com a atual administração ainda em 2011, logo no primeiro ano de gestão. Robinson Faria chegou a ocupar o cargo de secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, mas foi exonerado da pasta, assim como outros aliados que compunham o primeiro escalão do Governo.
Deputados defendem Domício e atribuem crise na Sesap à suposta falta de recursos

O afastamento de Domício Arruda da Secretaria Estadual de Saúde, que pediu demissão na manhã de hoje (3), ganhou repercussão no plenário da Assembleia Legislativa. O assunto foi abordado, inicialmente pelo deputado Vivaldo Costa e, para ele, o motivo da exoneração foi falta de recursos. "A Secretaria de Saúde não deu resposta e Domício não conseguiu resolver os problemas porque faltou dinheiro", declarou.

O parlamentar alegou que os recursos enviados pelo Governo Federal para serem aplicados na saúde pública são insuficiente. "Os hospitais do Brasil inteiro sofrem desse mal. Sempre vemos reportagens mostrando pessoas sendo atendidas nos corredores. Falta médico em toda parte. Domício foi vítima disso tudo. Ele é um homem honrado e comprometido. Sou fã do seu trabalho. Nunca se negou a atender um telefonema de ninguém. Se não fez um grande trabalho foi por falta de recursos. Esse modelo econômico centralizador, onde os recursos estão todos com o Governo Federal e quase nada para os Estados, precisa ser mudado", disse Vivaldo.

A deputada Márcia Maia aparteou o colega e também fez elogios ao ex-secretário. "Sei que Domício sempre teve boa intenção. Eu o convidei para uma audiência pública sobre a dengue e ele veio, ficou até o final. Sei que como médico e como ser humano sempre teve boa intenção. Infelizmente não teve apoio do próprio Estado. Não é só a falta de recursos federais, mas do estado também. Sabemos que o RN tem arrecadado cada vez mais. As grandes vítimas dessa crise na saúde, é a população", declarou Márcia.

Para o deputado Fernando Mineiro, o problema da saúde não é de nomes nem da falta der repasse de recursos do governo federal. O problema é do modelo de gestão que foi implantado pelo governo. "O modelo é terceirizado. Até a demissão de secretário é terceirizada, o que deixa bem claro esse modelo", afirmou.


segunda-feira, 30 de abril de 2012

RN se prepara para vacinar mais de 400 mil pessoas contra a gripe

Saúde - RN

Mais de 1.700 postos estarão disponíveis para a vacinação contra o vírus da influenza.

Começa neste sábado, 5 de maio, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Com o tema “Proteger é cuidar” a campanha segue até o dia 25 de maio. No Rio Grande do Norte mais de 1.700 postos estarão disponíveis para a vacinação contra o vírus da influenza.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) espera imunizar cerca de 80% dos grupos elegíveis para a vacinação, o que representa 484.283 pessoas em todo o estado. Podem se vacinar as pessoas com 60 anos e mais de idade, os trabalhadores de saúde das Unidades que fazem atendimento para a influenza, as crianças da faixa etária de 6 meses a menores de 2 anos, as gestantes, os povos indígenas e a população prisional.

No dia 5 de maio, acontecerá o “Dia D” de mobilização nacional, com postos funcionando das 8h às 17h. A campanha será realizada numa parceria do Ministério da Saúde e secretarias estaduais e municipais de todo o país.

A vacina protege contra os três principais vírus que circulam no hemisfério Sul, entre eles o da influenza A (H1N1), como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Como a vacina deste ano tem a mesma composição da distribuída no ano passado, pais e responsáveis devem estar atentos para a vacinação de crianças de seis meses e dois anos de idade. As que tomaram a vacina no ano passado devem tomar apenas uma dose neste ano. Já as que se vacinarão pela primeira vez precisam receber duas doses, com intervalo de 30 dias entre elas.

quarta-feira, 21 de março de 2012

SIGUS - APAC

Saúde - RN


Secretaria Estadual de Saúde do RN não paga a empresa que cuida do sistema SIGUS,sistema este que cuida de todos os exames de alta complexidade do RN.

se já estava ruim,imagine agora.


Nota de Esclarecimento


Esclarecemos aos operadores do SIGUS-APAC que o sistema encontra-se temporariamente indisponível, em função de pendências financeiras com a SESAP. 
Desde setembro de 2011 o Estado não efetua os pagamentos pela utilização do sistema, além de acumular outras pendencias relativas a períodos anteriores, o que inviabiliza a manutenção e funcionamento do SIGUS.
Aguardamos que uma solução seja apresentada em breve. 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Sesap apresenta dados sobre câncer de laringe no RN

Saúde - RN


Desde a semana passada, com a divulgação do diagnóstico de câncer de laringe do ex-presidente Lula, o assunto tomou conta dos jornais no Brasil e no mundo. Dos diversos tipos de câncer de cabeça e pescoço, o câncer da laringe é o mais freqüente, sendo responsável por 25% dos tumores malignos de cabeça e pescoço e 2% do total das neoplasias malignas.

No Brasil, os maiores valores das taxas médias de incidência anuais, ajustadas por idade por 100 mil homens, foram encontrados em Porto Alegre (11,7), São Paulo (11,3) e Aracaju (10,7). Com relação às mulheres, as taxas médias de incidência anuais mais elevadas, ajustadas por idade por 100 mil mulheres, foram observadas em São Paulo, Cuiabá e Goiânia (1,6).

O Núcleo de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis (DANT), da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), já contabilizou no Rio Grande do Norte, somente no ano de 2010, 46 óbitos causados pelo câncer da laringe. Em 2011, até o mês de setembro, já foram registradas 139 internações por câncer da laringe.

Dos fatores de risco para o câncer da laringe, os mais observados são o abuso de cigarros e álcool. Outros fatores de risco como dieta pobre em nutrientes, situação socioeconômica desfavorável, inflamação crônica da laringe causada pelo refluxo gastroesofágico e participação do vírus HPV como agente etiológico foram identificados como fatores que contribuem para o desenvolvimento do câncer da laringe.