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segunda-feira, 30 de abril de 2012

RN se prepara para vacinar mais de 400 mil pessoas contra a gripe

Saúde - RN

Mais de 1.700 postos estarão disponíveis para a vacinação contra o vírus da influenza.

Começa neste sábado, 5 de maio, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Com o tema “Proteger é cuidar” a campanha segue até o dia 25 de maio. No Rio Grande do Norte mais de 1.700 postos estarão disponíveis para a vacinação contra o vírus da influenza.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) espera imunizar cerca de 80% dos grupos elegíveis para a vacinação, o que representa 484.283 pessoas em todo o estado. Podem se vacinar as pessoas com 60 anos e mais de idade, os trabalhadores de saúde das Unidades que fazem atendimento para a influenza, as crianças da faixa etária de 6 meses a menores de 2 anos, as gestantes, os povos indígenas e a população prisional.

No dia 5 de maio, acontecerá o “Dia D” de mobilização nacional, com postos funcionando das 8h às 17h. A campanha será realizada numa parceria do Ministério da Saúde e secretarias estaduais e municipais de todo o país.

A vacina protege contra os três principais vírus que circulam no hemisfério Sul, entre eles o da influenza A (H1N1), como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Como a vacina deste ano tem a mesma composição da distribuída no ano passado, pais e responsáveis devem estar atentos para a vacinação de crianças de seis meses e dois anos de idade. As que tomaram a vacina no ano passado devem tomar apenas uma dose neste ano. Já as que se vacinarão pela primeira vez precisam receber duas doses, com intervalo de 30 dias entre elas.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Prevenção é melhor forma de combate ao vírus H1N1

Saúde - RN


Após o Estado Rio Grande do Norte enfrentar uma calmaria em 2011 em relação a circulação do vírus da influenza A, o primeiro trimestre de 2012 indica que a população precisa ficar atenta ao vírus H1N1, causador desse tipo de gripe. A Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (Suvige) destaca que entre as ações de prevenção está a recomendação é de que todos os pacientes que apresentem suspeitas de contaminação sejam encaminhados para o tratamento imediatamente.
Alberto LeandroCampanha nacional de vacinação será realizada no próximo mêsCampanha nacional de vacinação será realizada no próximo mês

"É importante que essa recomendação seja seguida. A prescrição do medicamento para o tratamento deve ser rápida. Outro alerta é para que, diante de casos hospitalizados com febre acima de 38 °C, tosse ou dor de garganta e dispnéia acompanhado ou não de manifestações gastrointestinais, seja solicitada a coleta de secreção, preferencialmente, ate o 7° dia do início dos sintomas", observou Stela Leal, responsável pelo controle da H1N1, no âmbito da Suvige.

De acordo com informações do infectologista Ênio Lacerda o vírus da H1N1 acomete tanto os animais como também o homem. "Isso faz com que a cópia do vírus nunca fique igual e diminua o poder de imunidade da população, que não consegue se defender de um 'novo' tipo de vírus", lembrou. Entre os cuidados destacados pelo médico é de que a prevenção seja bem cuidadosa, principalmente com as gestantes e as crianças.

O infectologista alerta que é importante que os médicos estejam atentos aos sintomas apresentados pelos pacientes que procuram atendimento com sintomas de gripe comum. Como os sintomas das duas gripes são sintomas de febre, calafrios, cansaço, dor de garganta, tosse, dores musculares, fica mais difícil o diagnóstico. "O paciente que apresentar vômito e falta de ar precisa receber atenção imediata e ser encaminhado para o tratamento e para a realização dos exames", destacou Dr. Ênio Lacerda.

A vacina contra o vírus influenza H1N1 é uma forte arma contra a doença, junto com a necessidade da prevenção constante. A própria Suvige declarou que as provavelmente as crianças que estão adoecendo são as que provavelmente tenham ficado de fora da vacinação da H1N1. Entre os três últimos casos confirmados no Estado, dois são crianças, uma tem oito anos de idade e a outra apenas seis meses de vida.

Segundo informações de Stela Leal, o medicamento Osetalmivir, que é prescrito para os pacientes que apresentam suspeitas de infecção com o H1N1 em Natal, podem receber atendimento em 18 hospitais entre os da rede pública, privada e filantrópica. Os Hospitais Sandra Celeste e o dos Pescadores possuem farmácia com plantão de 24h para a retirada do medicamento para o tratamento da gripe H1N1. "É necessário que o receituário seja prescrito em duas vias para o controle da farmácia", completou.

Campanha nacional

Entre os dias 5 e 25 de maio será realizada a campanha nacional de vacinação contra a gripe sazonal. A vacina utiliza as três cepas de vírus que mais circularam no país no ano anterior e, de acordo com o Ministério da Saúde, vai imunizar também contra a influenza A(H1N1) - gripe suína.

O Ministério da Saúde informou ainda que o público-alvo da campanha inclui idosos (a partir de 60 anos), população indígena, crianças com idade a partir de 6 meses e menores de 2 anos, grávidas em qualquer período de gestação e profissionais de saúde. Dados do Ministério da Saúde indicam que em 2011, cerca de 25 milhões de pessoas foram vacinadas contra a gripe sazonal. Esse ano, assim como em 2011, quem receber a vacina também ficará imunizado contra a gripe suína.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Tire suas dúvidas sobre a gripe B

Saúde

"Os sintomas são os mesmos de qualquer gripe: febre, tosse, mal-estar geral e, às
vezes, coriza"
A morte de uma tripulante do navio MSC Armonia, ocorrida na última sexta, 17, em Santos, com quadro de gripe B (influenza B), gerou dúvidas sobre uma possível epidemia - assim como aconteceu com a influenza A - a famosa gripe suína - em 2009.

'Não é preciso ficar alarmado', diz a infectologista Nancy Belley, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 'Os casos de morte por influenza B não são frequentes.'

Também não é surpresa acontecer um surto em uma embarcação. 'Como a transmissão é feita por via aérea, isso facilita o contágio e a propagação de doenças virais', explica Celso Granato, infectologista do Instituto Fleury e da Unifesp. 'Nesses locais, as pessoas ficam juntas por muito tempo, dividindo as mesmas coisas, inclusive os vírus', alerta.

Segundo o especialista, mesmo com a chegada do inverno, e o aumento no número de gripados pelo País, o risco de sofrermos uma epidemia de gripe B é mínimo.

Vale dizer que a circulação de um vírus é sempre imprevisível porque depende do ano e do clima, entre outros fatores. 'Quando um tipo específico de vírus fica muito tempo sem aparecer, tende a causar mais estragos quando volta, já que terá passado por alguma mutação e nosso organismo não está preparado para ela', afirma a infectologista Nancy Belley. 'Por isso é importante estar vacinado.'

GRIPE B: Perguntas e Respostas

Quais são as diferenças entre gripe A e gripe B?

A gripe A infecta não apenas humanos, mas também outros animais, como os suínos e aves. Já a gripe B afeta, basicamente, pessoas. Por isso, o tipo A é mais difundido na natureza e tende a causar grandes epidemias e até mesmo pandemias mundiais. No caso da B, cujo vírus evolui mais lentamente devido a menor variabilidade, o potencial de causar epidemias é pequeno. Mas isso não quer dizer que não possa iniciar um surto - principalmente quando fica muito tempo sem aparecer e depois volta com força total. Um ponto em comum: ambas podem abrir caminho para complicações graves e ocasionar pneumonia viral e bacteriana.

A influenza B é um vírus bem conhecido? Ele costuma causar surtos ou epidemias?

O vírus causador da gripe B não é tão famoso porque nunca tinha ocasionado um situação como agora, com o caso do navio. Ele não é tão frequente, porém não é raro e pode sim oferecer riscos, mas não com a força da influenza A.

Quais são os principais sintomas da gripe B?

Os sintomas são os mesmos da gripe A: o principal deles é a febre de início súbito, que ocorre de 24 a 36 horas depois que o vírus entra em contato com o sistema imunológico. Também pode haver tosse, mal-estar geral, dores de cabeça e dores musculares. Em cerca de 50% dos casos, a pessoa tem coriza. No entanto, a gripe B tem algumas complicações específicas - ainda que menos frequentes: há casos fatais de miocardite, a inflamação do miocárdio (camada que recobre o coração), que pode levar à morte súbita, e encefalites, inflamações agudas do cérebro, mais comuns em crianças e adolescentes.

Existe um grupo de risco da gripe B?

É o mesmo para qualquer tipo de gripe: crianças entre 6 meses e 2 anos de idade e idosos acima de 60 anos, que apresentam saúde mais vulnerável. Não existe um grupo específico que se sobressaia, como ocorreu na epidemia de gripe A, em que gestantes e obesos ficaram mais vulneráveis.

Qual é o tempo de incubação da gripe B?

Em geral, o corpo demora de 1 a 3 dias para dar os primeiros sinais da presença do vírus. Mas já durante a incubação, mesmo sem sintomas, a pessoa pode transmitir a doença. Estudos mostram que 25% das pessoas podem adquirir infecções quando expostas a alguém com vírus. A resposta depende do sistema imunológico de cada um.

Como tratar a gripe B?

Da mesma forma que qualquer outro tipo de gripe: muito repouso, tomar bastante líquido para hidratar o corpo e adotar uma alimentação leve, de preferência com frutas, verduras e legumes.

Pode-se usar remédios como antitérmicos ou até mesmo o tamiflu?

Como ela se assemelha a uma gripe mais comum, está liberado o uso de antitérmicos. Já o Tamiflu não deve ser ingerido porque não tem ação contra a gripe B; é um medicamento específico para o tratamento de gripe A.

Quando é hora de ir ao hospital? Quais sinais são mais preocupantes?

Se o doente apresentar febre alta e falta de ar constante por mais de dois dias, é sinal de que precisa ser avaliado por um médico. É importante também observar a tosse, se é seca ou se apresenta muita secreção. Neste caso, o risco está na secreção amarela ou esverdeada, que pode indicar uma inflamação e possível pneumonia.

Quem está vacinado contra gripe A pode pegar gripe B ou já existe vacina para gripe B?

Não há uma imunização específica para essa doença. Existe apenas a vacina trivalente contra a gripe, que protege contra as influenzas A e B. Entretanto, a vacina só é efetiva se foi tomada recentemente, há menos de um ano. Os efeitos de proteção duram cerca de 6 a 8 meses. Como o vírus sofre mutações, é preciso se vacinar todo ano para garantir proteção.

Como as pessoas podem se prevenir?

A prevenção mais eficaz é a vacinação, principalmente para quem viaja muito. Ainda assim, ela não oferece 100% de eficácia, já que tudo depende do sistema imunológico de cada um. Muita gente não consegue garantir tanta proteção, pois já são mais vulneráveis, como as crianças, idosos e pessoas com problemas graves de saúde. Entretanto, especialistas de saúde afirmam que tomar a vacina faz a diferença mesmo nesses casos.

Apesar de parecer pouco, lavar as mãos sempre que chegar e sair de algum lugar é o que mais ajuda a evitar contaminações. Também é bom evitar o contato com pessoas que estejam gripadas, mesmo que não se saiba qual é o tipo de vírus. Com a chegada do inverno, surge a necessidade de ventilar bem a casa e tentar não deixar as janelas fechadas quando se está em grupo, como nas viagens de ônibus.

É verdade que a vacina pode causar gripe?

Isso é mito. A vacina trivalente não causa gripe, pois não oferece riscos e não deixa o sistema imunológico mais fraco. O que pode acontecer é que, na hora de se vacinar, coincidentemente, a pessoa estava incubando um retrovírus e inicia um processo gripal logo depois.

Há como ficar imune a esses tipos de vírus, como influenzas A e B?

Não existe imunidade total, pois não há vacina universal. Os vírus estão sempre em mutação e isso dificulta o combate. O ideal é se prevenir durante todo o ano.

Receitas caseiras, como tomar cápsulas de vitamina C ou chá de alho, funcionam?

Chás quentes, mel e outros produtos naturais ajudam a aliviar os sintomas da doença, mas não curam nenhum tipo de gripe. Já a vitamina C não é recomendada porque não tem eficácia comprovada cientificamente para evitar e ou tratar gripes e resfriados.

Usar álcool em gel ajuda a prevenir contaminações?

O efeito do álcool em gel é positivo e muito parecido com a lavagem de mãos comum, feita com água e sabão. Quando não é possível passar pela torneira, opte pelo álcool para garantir a higiene e evitar contaminações - principalmente em locais de acesso público, como metrôs e ônibus.

Quais são as diferenças entre gripe e resfriado?

A gripe é causada pelo vírus influenza e tem como primeiro sintoma a febre súbita, que surge acompanhada de cansaço físico. Em alguns casos, o paciente apresenta coriza e tosse, mas isso não é regra.

Já o resfriado é ocasionado pelo vírus do tipo rhinovirus ou coronavírus. Inicialmente, há incômodo na garganta e a pessoa começa a tossir. Também é normal ter dores no corpo, mas não são todos os casos que apresentam febre

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Sesap notifica segundo caso de H1N1

Saúde - RN


A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), através da área técnica de vigilância da influenza e doenças agudas respiratórias, confirmou nesta quinta-feira (26), a identificação de mais um caso de H1N1 no Rio Grande do Norte. A criança, de oito anos de idade, passa bem e já recebeu alta do hospital. O outro caso de H1N1, que acabou resultando em óbito, foi confirmado no último dia 19 de janeiro.

"Continuamos afirmando que não há motivos para caracterização de um surto no estado. Estamos vivendo um período pós-pandêmico, caracterizado pela redução das notificações e de casos confirmados, mas que exige a continuidade das atividades de vigilância epidemiológica, como o monitoramento de casos graves e eventos incomuns de doenças respiratórias agudas", afirmou Stella Leal, responsável pela vigilância da influenza.

A Sesap orienta e solicita aos profissionais de saúde um maior empenho na notificação dos casos e na coleta dos exames, que é feita com material fornecido gratuitamente aos hospitais pelo Laboratório Central (Lacen). A principal medida para se evitar a transmissão do vírus é lavar frequentemente as mãos com água e sabão.

Desde 2009, trinta e dois hospitais em todo o estado estão preparados e capacitados para receber os casos da doença. Somente em Natal são 18 hospitais entre os da rede pública, privada e filantrópica que estão aptos a identificar os casos e tomar as providências necessárias.

Os sintomas da H1N1 geralmente são febre acima de 38°C, tosse, dor no corpo, dor de cabeça e de garganta. Nestes casos, a recomendação é procurar o serviço de saúde mais próximo. Os sinais de gravidade da doença são febre persistente e alta, além de dificuldade para respirar. Os hospitais referência em atendimento para os casos graves são o Giselda Trigueiro, para adultos e o Maria Alice Fernandes, para as crianças.

Com informações da Sesap/RN

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Criança de cinco anos é primeira vítima do H1N1

Saúde - Influenza A H1N1 - RN


Uma criança, de cinco anos, foi a primeira vítima fatal de influenza A H1N1 este ano, no Rio Grande do Norte. A confirmação da causa do óbito, ocorrido no último dia 12, foi divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), na tarde de ontem, mediante laudo do Instituto Evandro Chagas. Outro caso suspeito, ainda sem confirmação, envolve criança de 7 anos, moradora da Grande Natal, que passa bem. As notificações ocorrem após um ano sem qualquer caso da doença confirmado no Estado. 2011, existiram apenas 16 casos suspeitos, com 2 óbitos descartados. O último caso de H1N1 havia sido confirmado no Rio Grande do Norte em janeiro de 2010.
Aldair DantasA subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica Juliana Araújo descarta surto da doença no EstadoA subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica Juliana Araújo descarta surto da doença no Estado

A subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica Juliana Araújo enfatiza que não caracteriza novo surto da doença, embora considere haver subnotificação dos casos, após a pandemia ocorrida em 2009. "Não há estado epidêmico e nem indicam surto. São casos pontuais, isolados, mas iremos reforçar os cuidados", disse. Apenas os casos graves, que apresentam febre, tosse e dispnéia são notificados. Uma nota técnica mostrando as estatísticas e reforçando a necessidade de atenção para o diagnóstico e tratamento, bem como para práticas de higiene será publicada hoje, pela Sesap. A redução no número de casos se deve a cobertura da vacinação, realizada em 2010. "Como houve a imunização de grupos de riscos isso reduziu a ocorrência, mas não quer dizer que o vírus está fora de circulação. Não há como termos prevenção sem vigilância", disse.

Juliana Araújo lembra que o vírus tornou-se um vírus sazonal, com maior incidência, em estados da região Nordeste, no período de dezembro a fevereiro, quando o calor e as chuvas intermitentes aumentam o número de problemas respiratórios. Na região Sul ocorre na época de inverno.

Stella Leal, responsável pela vigilância da Influenza na Sesap, explicou que a vacinação não atinge 100% da população e que ainda pode deixar algumas pessoas susceptíveis ao vírus, que continua em circulação em todo o país. Stella lembrou ainda que a Sesap vem observando uma redução nas notificações da doença e alerta para que os profissionais de saúde continuem fazendo as notificações de casos suspeitos e solicitando o exame de confirmação.

Apesar da mutação do vírus, alerta o médico e presidente da Sociedade de Infectologia Hênio Lacerda, os casos são pontuais e a cobertura da vacinação tem se mostrado eficaz. "É preciso investigar se este é um caso que não foi imunizado, se fazia parte do grupo de risco porque não recebeu ou se é uma fatalidade", afirma. A retomada de práticas de higiene, como lavar as mãos com sabão, o uso de álcool em gel e evitar ambientes fechados de grande aglomeração, bem como o uso compartilhado de objetos, podem prevenir o contágio.

Em caso de dificuldade de respirar associada a gripe, orienta o médico, é preciso buscar uma unidade médica. O uso de medicação durante as primeiras 48 horas de manifestação dos sintomas é fundamental. Os hospitais regionais e alguns privados estão abastecidos com a medicação, usada somente sob prescrição médica.

Cuidados

Os vírus que causam a gripe podem sobreviver de 2 a 8 horas em locais como maçanetas, mesas, corrimões, etc. Então, lave as mãos vigorosamente e com frequência; use água e sabão e esfregue bem entre os dedos.

Evite ficar tocando seus olhos, nariz e boca; Evite locais com muitas pessoas e mantenha os ambientes arejados; Se já estiver com o vírus: Cubra sua boca ou nariz com um lenço de papel quando espirrar ou tossir; Procure ficar em casa por 7 dias e evite abraços, beijos e apertos de mão.